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Clínica Maria Albano - CLIMA

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Cartórios privatizados têm novos endereços a partir desta segunda

Os cartórios extrajudiciais, que foram privatizados, passarão a funcionar em novos endereços a partir desta segunda-feira (26). A medida vale para todas as unidades do interior da Bahia e para sete, na capital. 

Dos 1.500 cartórios do estado, 146 foram privatizados e serão administrados  por delegatários (servidores concursados do Tribunal de Justiça da Bahia). Os demais continuam sob a gestão do Tribunal da Justiça da Bahia (TJ-BA) até que seja feito concurso para nomear os administrados.

Com a privatização, além da mudança de endereço, as taxas cobradas pelos serviços são reajustadas. A reportagem de A TARDE comparou as custas cartoriais de cinco serviços da tabela vigente com a que entra em vigor nesta segunda (26) e encontrou diferenças de 250% a 398% nos preços.

Um exemplo é a despesa para solicitar um mandado de segurança, que passa de R$ 27,80 para R$ 69,50. Outro é valor da certidão negativa, que passa de R$ 2,70 para R$ 10,75. A tabela reajustada vale para todos cartórios, incluindo os administrados pelo TJ-BA.

>> Confira tabela de custos dos cartórios válidas a partir de 26/03
>> Confira tabela de custos dos cartórios válidas até 25/03

| NOVOS ENDEREÇO DOS CARTÓRIOS EXTRAJUDICIAIS DE SALVADOR |


PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS 1º OFICIO
Endereço: Rua Pará, Nº 278, Edifício Amazonas Empresarial, Sala 201, Pituba, Salvador

PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS 2º OFICIO
Endereço: Rua Pará, Nº 278, Edifício Amazonas Empresarial, Sala 2 e 3, Pituba, Salvador

PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS 3º OFICIO    
Endereço: Rua Pará, Nº 278, Edifício Amazonas Empresarial, Sala 1, Pituba, Salvador

PROTESTO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS 4º OFICIO    
Endereço: Rua Pará, Nº 278, Edifício Amazonas Empresarial, Sala 101 e 102, Pituba, Salvador

2º OF REGISTRO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS    
Endereço: Rua da Espanha, EDifício Martins, Nº 2, Comércio, Salvador
    
TABELIOANTO DE NOTAS 12º OFICIO    
Endereço: Edifício Serv Center, Nº 34, Lojas 4 e 5, Itaigara, Salvador
Tel.: (71) 3011-9550

TABELIONATO DE NOTAS 3º OFICIO
Endereço: AV. Sete de Setembro, Edifício Executivo, 6º andar, Sala 601, São Bento, Salvador
CEP: 40068-900
Tel.: (71) 3036-7500

TABELIONATO DE NOTA 13º OFICIO
Endereço: Av. Leivigildo Filgueiras, Nº 112, Garcia, salvador
CEP: 40100-000
    
TABELIONATO DE NOTAS DO 6º OFICIO                 
Endereço: Rua  Ary Barroso, Nº 5, Chame-Chame, Salvador

>> Acesse aqui e confira os novos endereços dos cartórios extrajudiciais do interior
Fonte: Jornal a tarde. 

COCA-COLA E PEPSI MUDAM FÓRMULA PARA NÃO TER DE EXIBIR ALERTA CONTRA CÂNCER

A Coca-Cola Co. e a PepsiCo Inc. irão alterar a composição do corante caramelo dos seus refrigerantes por causa de lei aprovada na Califórnia determinando que bebidas contendo um determinado nível de substâncias carcinogênicas devem trazer um rótulo de advertência. As duas companhias, Coca e Pepsi, respondem por quase 90% do mercado americano de refrigerantes, segundo a empresa de análise do setor Beverage Digest, e as bebidas vendidas na Califórnia já sofreram as mudanças devidas. "Embora acreditemos que não há nenhum risco à saúde que justifique qualquer mudança, pedimos aos nossos fornecedores (de caramelo) para adotarem as medidas para que nossos produtos não fiquem sujeitos a exibir um rótulo de advertência cientificamente infundado", disse a representante da Coca-Cola Diana Garza-Ciarlante.  O caramelo possui uma substância química denominada metilimidazol 4, que pode ser formada durante o processo de cozimento.  A American Beverage Association observou que a Califórnia acrescentou o corante à sua lista de substâncias carcinogênicas sem nenhum estudo mostrando que elas provocam câncer em humanos. Disse que a lista foi baseada só num estudo feito com ratos e camundongos de laboratório.

Câmara de Vereadores de Candeias esclarece nota do TCM

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Câmara Municipal de Candeias, em atenção à imprensa e à sociedade, em virtude do Processo do Tribunal de Contas do Município nº 30292/2011, do exercício financeiro 2010, referente à desproporcionalidade entre cargos comissionados e os efetivos, além de excessivo quantitativo de servidores, vem esclarecer que:
·         A multa é direcionada à Câmara de Vereadores e não ao ex-presidente em exercício na época, vereador Joseval da Silva, o Professor Val;

·         De acordo com o então presidente da Câmara, vereador Joseval da Silva, na referida época (2009), ele já encontrou, quando assumiu para o biênio 2009/2010, a situação objeto da autuação referente ao número de funcionários efetivos e comissionados;

·         Providências já estão sendo tomadas a fim de se solucionar o problema, evitando novas autuações do Tribunal de Contas do Município.

Vereadores de São Francisco do Conde recebem medalha Dom Pedro II

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Na última terça-feira dia (20) quebrou-se o protocolo da sessão ordinária da câmara de vereadores de São Francisco do Conde, quando o vereador Robson Portugal, por questão de ordem convidou o chefe de gabinete da casa, o Sr. José Raimundo Fonseca, para fazer a entrega da medalha Imperador Dom Pedro II ,conferido pelo Instituto Tiradentes, uma organização de Minas Gerais, que realiza pesquisas de opinião pública para avaliar o desempenho de políticos brasileiros.
Foram agraciados como melhores vereadores de São Francico do Conde, respectivamente Messias Antonio da Silva, Robson Portugal  e o vereador Alberto Cruz “Nem do Caípe” recebeu ainda a medalha de reconhecimento como melhor presidente de câmara da Bahia e agradeceu emocionado pela honraria recebida.

Entidade visita Refinaria Landulpho Alves para averiguação do nível de Benzeno

refinaria 

A denúncia de que trabalhadores da Refinaria Landulpho Alves, situada no município São Francisco do Conde, estariam sendo expostos ao benzeno em quantidades acima dos limites, trouxe na manhã desta quarta-feira (21) à Bahia, a Comissão Nacional Permanente do Benzeno (CNPBz). A comissão,  de nível nacional, será coordenada por Itamar Sanches com a participação de dirigentes do Sindicato dos Petroleiros da Bahia.
A entidade veio à empresa, que fica a 70 km de Salvador, para uma vistoria técnica, na qual serão  averiguada as possibilidades de que os trabalhadores da refinaria estejam com doenças ocupacionais.
A exposição em excesso ao benzeno, segundo o Instituto do Câncer (Inca),  pode levar a surgir tumores na medula óssea, causando a leucemia mieloide.

MAIS UM INCÊNDIO EM CANDEIAS

Um princípio de incêndio aconteceu na manhã desta quarta-feira (21), na Rua do Cajueiro centro da cidade de Candeias, deixou assustados os moradores da pacata rua. 
Segundo informações de populares, crianças brincavam no quintal com fogo quando aconteceu o incêndio. Ainda segundo informações uma senhora que estava na casa no momento que a fumaça começou a sair  passou mal e foi retirada pelos vizinhos da residência. 
Moradores entraram em contato com o corpo de bombeiro de Simões Filho que chegaram após meia hora quando o fogo já havia sido controlado pelos próprios moradores que usaram baldes com água e mangueira doméstica.
É o terceiro incêndio na cidade de Candeias em menos de três meses. O município não conta com uma central do Corpo de Bombeiros.

90% das cidades baianas estão à beira da falência, aponta IFGF

Estado possui 82 municípios entre os 500 piores na gestão das contas


Pelo menos 90% dos municípios baianos não sabem administrar seus recursos financeiros. É o que aponta o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado ontem, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Baseada em dados de 2006 a 2010, a pesquisa afirma que 82 das 374 cidades baianas investigadas estão entre as 500 piores do país - um quinto das prefeituras (ver tabela abaixo). 


Os elevados gastos com pessoal e a dificuldade na administração dos restos a pagar, além dos investimentos reduzidos explicam os péssimos resultados da Bahia, conforme o levantamento. “As médias dos índices de liquidez, gastos com pessoal e investimentos dos municípios baianos indicam uma situação difícil”, diz o relatório.

A constatação da Firjan não surpreende o consultor de gestão pública Luis Otávio Borges. “Moramos, de fato, em um estado pobre”, afirma. Para ele, a eficiência da máquina pública é comprometida por fatores como informalidade, corrupção, tráfico de influência e, em alguns casos, falta de vontade política.
Borges justifica que no quesito de gestão de pessoal, por exemplo, em boa parte dos municípios baianos o poder público é o grande empregador da região. “Com isso, mais de 50% da arrecadação é comprometida com pagamento de pessoal, o que diminui os investimentos”.

Neste aspecto, diz o consultor, o ideal seria a redução dos gastos, para que se aumentasse a verba de investimentos,  gerando, consequentemente, mais emprego e renda para a população. “Mas não se pensa, por exemplo, na profissionalização do serviço público. Cada um [prefeito] quer colocar nos cargos pessoas do seu time. Este modelo é falido”.

Para o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Luiz Caetano (PT), prefeito de Camçari, outro grave problema enfrentado pelos municípios é a inadimplência. “Muitos acumulam dívidas de gestões anteriores e ficam na pendenga”.
Além disso, ele aponta que a maioria dos municípios não tem arrecadação própria e dependem, basicamente, do repasse do estado e da União. “É uma questão de crise mesmo. Os municípios são deficitários. As despesas acabam ultrapassando o teto e ele se torna ingovernável”, ressalta.

Tanto Caetanto quanto o consultor Borges concordam que, para reverter esse quadro, será preciso uma reforma tributária. “É preciso ajustar a base de cálculo. A divisão dos impostos é muito injusta. Enquanto o estado arrecada com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), sobram as migalhas para o município”, diz Borges.

Metodologia Para chegar ao índice que classifica a gestão fiscal de cada município, a Firjan utilizou dados oficiais, declarados à Secretaria do Tesouro Nacional. O indicador considera cinco quesitos: receita própria, referente à capacidade de arrecadação; gastos com pessoal; liquidez, que verifica a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os recursos disponíveis para cobrí-los; os investimentos municipais; e o custo da dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortização de empréstimos contraídos.


Salvador é mau exemplo de gestão fiscal, diz estudoNo ranking estadual, entre os 10 melhores desempenhos (ver tabela acima), os municípios se destacaram por ter apresentado elevado nível de investimento: nove dos 10 primeiros colocados tiveram resultados muito próximos à nota máxima (0,8001). Em primeiro lugar no estado e em 68º no ranking nacional, Jaborandi, no oeste da Bahia, foi o único com conceito A, sendo exemplo de sucesso, mesmo com receitas próprias baixas.

Na outra ponta do ranking, entre os 10 piores índices, chamaram atenção os nove zeros no IFGF Liquidez, que foi o caso, por exemplo, de Ibirataia, que ficou com o pior resultado do estado. Além disso, outros sete tiveram zeros no IFGF Gastos com Pessoal, entre eles Ibicaraí e Canavieiras. Os números indicam que em 2010 nove cidades terminaram o ano com mais restos a pagar do que dinheiro em caixa e sete ultrapassaram o limite de 60% da receita líquida. Por sua vez, Salvador também não obteve bom resultado.

A capital baiana ficou na 23ª posição entre as capitais brasileiras; na 136ª no ranking estadual; e em 3.373º lugar na classificação nacional. De acordo com o estudo, o quadro negativo é explicado pelos baixos índices de investimento e custo da dívida, além da nota zero em liquidez. “A capital baiana é um exemplo de que ter elevada geração de receitas próprias não é garantia de uma boa gestão fiscal”, aponta o estudo. Da mesma forma que Salvador, as outras maiores cidades do estado - Feira de Santana, Vitória da Conquista, Camaçari e Juazeiro - apresentaram dificuldades na gestão fiscal. A única com boa gestão entre os cinco maiores (conceito B), Camaçari se destacou devido aos baixos gastos com pessoal e boa administração de restos a pagar.

“Conseguimos eficiência nos gastos, principalmente, com a profissionalização de nossa equipe técnica", destacou o secretário da Fazenda de Camaçari, Paulo Cézar, que afirmou que o município estuda maneiras de aumentar a receita com a revisão de alguns impostos. O CORREIO entrou em contato com a Secretaria Municipal da Fazenda de Salvador, mas o secretário Joaquim Bahia não foi localizado para comentar o desempenho ruim da capital no ranking de gestão fiscal.

Norte e Nordeste: menores índicesO estudo da Firjan mostra que as regiões Sul e Sudeste do país concentram os municípios com melhor qualidade de gestão fiscal, com 81 cidades entre as 100 melhores do Brail. Do lado oposto, aparecem o Norte e o Nordeste, com 93 municípios entre os 100 piores no que diz respeito à eficiência orçamentária das prefeituras. O município de Santa Isabel, em Goiás, lidera o ranking nacional como a cidade com melhor eficiência na gestão fiscal: 0,9747 pontos.

O estado de São Paulo tem mais seis municípios entre os 10 melhores. Lista esta em que Paraná, Minas Gerais e Pará também têm representantes. As cidades do Nordeste predominam na lista dos 10 piores resultados. No ranking, em ordem decrescente, estão Pindoba (AL), Porto da Folha (SE), Conceição (PB), Lagoa de Dentro (PB), Buerarema (BA), Teixeira (PB), Conselheiro Mairinck (PR), Ibirataia (BA), Piaçabuçu (AL) e Ilha Grande (PI), com a pior gestão do país.

A região Sul aparece como grande destaque do IFGF, no levantamento, respondendo por quase 47,6% dos 500 melhores resultados em 2010. O percentual é duas vezes superior à sua representatividade em número de municípios (22,3%). O diferencial da região Sul foi o menor enrijecimento das contas públicas com a folha de salário, o que abriu mais espaço para os investimentos.


Situação é crítica em 65% do BrasilA situação fiscal é “difícil” ou “crítica” para quase 65% dos municípios brasileiros, enquanto a excelência na gestão está restrita a 2% das cidades do país. Segundo o estudo da Firjan, 83% de 5.266 municípios, do total de 5.565 existentes hoje no país — não consegue gerar nem 20% da receita de seu orçamento. E só 83 prefeituras, 1,6% do total, conseguem pagar a folha de pessoal com dinheiro próprio.

As outras 98,4% precisam de transferências da União e dos estados. “Existe uma dependência crônica dos repasses de outras esferas do governo. A maioria dos municípios não tem consciência dos recursos e fica difícil se programar”, afirmou Gabriel Pinto, da gerência de Estudos Econômicos da Firjan. De acordo com ele, este é um fato preocupante porque cidades com frágil sistema de gestão caminham eventualmente para a “falência”.

Entre as capitais, apenas sete ficaram entre os 500 melhores resultados. Porto Velho (RO), Porto Alegre (RS) e Vitória (ES) foram as únicas avaliadas com excelência, seguidas por São Paulo (SP), Curitiba (PR), Campo Grande (MT) e Florianópolis (SC). Os três piores resultados foram de Natal (RN), Macapá (AP) e Cuiabá (MS).

Cartão do SUS será obrigatório na rede privada de saúde

Cartão do SUS será obrigatório na rede privada de saúde
O cartão nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) será obrigatório, a partir de junho, para as pessoas que recebem atendimento pelo setor privado. A iniciativa preza a comparação do atendimento do setor privado com o do SUS, além de controlar informações do usuário sobre ações e serviços prestados. Contudo, o cartão, que é necessário para marcação de consultas, exames e retirada de remédios, passou a ser obrigatoriedade na rede pública desde o início do ano. A numeração do documento é única e aceita em todo o país. Os planos de saúde receberão uma carta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a qual informará as possíveis punições em caso de descumprimento da norma.